O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), teria estabelecido condições diferentes para seus aliados em relação à disputa presidencial de 2026. O acordo para a entrada de Lahesio Bonfim na chapa como segundo candidato ao Senado passou pela condição de que ele não faça campanha nem peça votos para Jair Bolsonaro.
A orientação, segundo a apuração, não teria o mesmo peso para André Fufuca. Enquanto Lahesio ficaria impedido de vincular sua imagem ao ex-presidente Bolsonaro, Fufuca teria liberdade para declarar apoio e pedir votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Embora parte da imprensa tenha divulgado que a restrição valeria para todos os integrantes do grupo, fontes ouvidas pelo Café Quente afirmam que o veto é direcionado apenas para Lahesio, dentro de uma estratégia da campanha de Braide para evitar desgaste junto eleitorado de Lula, majoritário no Maranhão.

