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Como revelou com exclusividade, Rogério Cafeteira, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (Republicanos), foi o nome escolhido para compor a chapa de Orleans Brandão (MDB) na condição de candidato a vice-governador.
O grupo do governador Carlos Brandão chegou a sondar nomes como o deputado estadual Neto Evangelista e o deputado federal Duarte Júnior, mas, no fim das contas, a avaliação política foi de que Edivaldo reúne hoje o perfil mais adequado para a composição.
De fato, Edivaldo chega como um nome competitivo, experiente e com capital político em São Luís. Encerrou seu mandato como prefeito com aprovação expressiva, próxima ao desempenho eleitoral alcançado por Eduardo Braide em 2024, o que o coloca como um adversário à altura no principal colégio eleitoral do Maranhão o único que já venceu o próprio Braide em una disputa majoritária.
Além disso, tem carisma, trânsito político, perfil de proximidade e boa relação com lideranças comunitárias. Sua presença na chapa pode ajudar Orleans a ampliar pontes em São Luís, hoje o maior desafio eleitoral do pré-candidato do MDB, diante da forte popularidade do atual prefeito na capital.
À respeitabilidade de Edivaldo junto ao eleitorado evangélico também pode trazer peso para Orleans, que tem investimento tempo e esforço para se aproximar desse grupo importante que pode definir s eleição.
No interior, Edivaldo também aparece como um nome leve, capaz de dialogar com todos.
É claro que Edivaldo cometeu erros. Se não tivesse afastado da eleição para definir seu próprio sucessor, Braide certamente não teria vencido em 2020 e parte do cenário caótico que vivemos hoje não estaria acontecendo. Edivaldo também calculou mal sias chances de vitória em 2022, escolhendo ser candidato após abrir mão do protagonismo político na capital.
Mas agora, ao compor chapa com Orleans, terá a oportunidade de fazer o que sabe melhor: conversar olho no olho com o eleitor da capital com a experiência de quem já derrotou Braide.

